terça-feira, 2 de julho de 2019




Baco, ainda a época passada festejávamos a primeira galinhola do dono, e em tão poucos meses um tumor te consumiu, o abate era inevitável, mas assim acabou o teu sofrimento, com lágrimas à mistura.
Foram 12 anos de companheirismo, aventuras, caçadas, amizade, e muito amor entre nós.
Fica a promessa que o teu sangue seguirá por gerações, desde o teu filho e por aí adiante.
Que a tua memória ficará no meu pensamento, assim como daqueles que caçaram contigo. E ficará a eterna homenagem a ti meu Baco, na parede de casa.
Até sempre fiel amigo.